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PROGESP lança Especialização e livro em evento com a presença do Sec. Nac. de Segurança Pública

O PROGESP e a Editora da Universidade Federal da Bahia realizaram hoje (10 de setembro) o lançamento do livro “Segurança Pública no Brasil: um campo de desafios” organizado por Ivone Freire Costa e Ricardo Brisolla Balestreri.

O evento foi no Auditório da Escola de Administração da UFBA e culminou
com a palestra do Secretário Nacional de Segurança Pública Ricardo Brisolla Balestreri que deu a aula inaugural para o Curso de Especialização em Gestão em Segurança Pública. Esta Especialização conta com os professores Eduardo Paes-Machado e Luiz Claudio Lourenço, ambos do LASSOS.

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Seminário “O Corpo e seus desdobramentos: reflexões interdisciplinares”

Discutir sobre corporeidade é algo importante e é dada esta importância que estamos aqui divulgando que nos dias 7 a 9 de julho 2010 o Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais-UFBA realizará o Seminário “O Corpo e seus desdobramentos: reflexões interdisciplinares

Local: Auditório do PAF 1 – Campus de Ondina

Programação: A proposta do seminário é reunir pesquisadores que contribuam à ampliar a discussão sobre o “corpo”, criando pontes entre áreas de estudo diversas, com sessões organizadas em torno a áreas temáticas. Sendo assim, pretende-se contar com a participação, quando possível, de pesquisadores de diversas áreas em cada sessão. A programação do evento é organizada em torno às seguintes sessões temáticas:

Dia 07/07/2010
Abertura do evento 9:30-10
10:00 -12:00 Palestra abertura: Embodied marks: contribution of ethnographic approaches to the study of political violence, Christopher Taylor, University of Alabama, EUA (http://www.svf.uib.no/sfu/vitalmatters/cv_taylor.htm)

13:00 Almoço e confraternização (jogo da Copa)

Dia 08/07/2010
9:00 -12:00 Mesa Redonda: Experiências e corpo
Experimentação, representação e práticas da masculinidade (Fernando Vitor Lima, Escola de Ed. Física, UFMG http://lattes.cnpq.br/5936655116367021)
Tecnologias de saúde e processos de corporificação da ‘raça’ (Elena Calvo González, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, UFBA http://lattes.cnpq.br/3054522975273668)

Corpo, dor e violência (Cynthia Sarti, Depto. de Antropologia, UNIFESP http://lattes.cnpq.br/6324223682846646)
Drogas, Experiência e Corpo (Edward MacRae, Depto. Antropologia UFBA http://lattes.cnpq.br/3168537231736605)

14:00 – 15:00 Palestra – Carlos Steil
Corpo, imagens, religião (Carlos Alberto Steil, Depto. de Antropologia, UFRGS http://lattes.cnpq.br/8796668741094021)

15:00 -18:00 Mesa Redonda: Artes e Corpos
Movimento, corpo, etnologia indígena (Ciane Fernandes, Fac. Teatro, UFBA, http://lattes.cnpq.br/2276710235171349)
Arte, Corpo e Educação – Márcia Strazzacapa Fac. Educação, UNICAMP,
http://lattes.cnpq.br/1574008360415424)

Corpo e Cidade na Literatura da Belle Époque (Paulo César Alves, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, e Pós-Cultura, UFBA (http://lattes.cnpq.br/4053383742253379 )

Dia 09/06/2010
09:30 – 12:30 Mesa Redonda: Corpo e imagens
Raça, corpo e estética (Osmundo Araújo Pinho, Centro de Estudos de Artes, Humanidades e Letras, UFRB http://lattes.cnpq.br/7943108749679220)
Corpo, cinema e representações (Francisco Serafim, Faculdade Comunicação, UFBA, http://lattes.cnpq.br/3865920667222556)
Tecnologias obstétricas e construção de ‘pessoa’ (Lílian Chazan, IMS, UERJ http://lattes.cnpq.br/8461039060589739)

14:00 -15:00 Palestra: Corpo e Sexualidades – Luiz Mott (UFBA)

15:00 – 18:00 Mesa Redonda: Corpos e “corpos”
Estudos interdisciplinares sobre o corpo: contribuições das Ciências Sociais (Miriam Cristina Rabelo, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, UFBA http://lattes.cnpq.br/7239267596119717)
O Corpo e a mulher na História (Ligia Bellini, Depto. de História, UFBA http://lattes.cnpq.br/2961645329761650)

Recriando o Iluminismo na Amazônia: Um golpe mortal para a pessoa cumulativa e o multinaturalismo Kaxinauá? (Cecília MacCallum, Depto de Antropologia, UFBA http://lattes.cnpq.br/5387260517180416)

Corpo e cognição (Márcia Moraes, Universidade Federal Fluminense, http://lattes.cnpq.br/7714353355111033 )

Encerramento 18 hrs

Parabéns para os organizadores deste evento! Contém conosco na tarefa de divulgar iniciativas como esta.

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América Latina registra um dos maiores índices de violência no mundo, diz OEA

Renata Girard
Da Agência Brasil 11/05/2010 – 14h48

Em Brasília

Os países da América Latina registram um dos piores índices de violência do mundo. No Caribe, a taxa é de 30 mortes por assassinato a cada 100 mil pessoas, enquanto na América do Sul o índice cai para 26 e na América Central, para 22. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que é vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Na Europa, a média é de 8,9 mortes violentas a cada 100 mil habitantes. Os números diminuem na região do Sudeste Asiático, cuja taxa é de 5,8 homicídios, e nos países do Pacífico Ocidental, que registram um índice de 3,4 mortes. Em geral, os assassinatos atingem principalmente pessoas de baixa renda, diz o estudo.

De acordo com a comissão, os números nas Américas preocupam ainda mais quando se observa que entre os mortos, em geral, estão jovens de 15 anos a 29 anos de idade. Também há análises que mostram que as mortes violentas provocam um impacto direto na economia. A estimativa é de que o custo da violência varie de 2% a 15% do Produto Interno Bruto (PIB) desses países. O estudo não menciona especificamente as nações, apenas as regiões.

Para os especialistas da OEA, os números negativos registrados nas Américas se devem a uma junção de fatores. As conclusões são de que a maioria dos países da região ainda sofre as consequências de longos períodos de governos ditatoriais, que davam menor importância aos temas relacionados a direitos humanos. Além disso, muitas nações não dispõem de forças de segurança adequadas nem aplicam ações eficientes para combater a violência.

As análises estão no Relatório sobre a Segurança Cidadã e Direitos Humanos. O documento foi elaborado em uma parceria do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e do Escritório das Nações Unidas do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH). No documento, há uma série de críticas às políticas públicas adotadas por vários países.

Segundo o relatório, as políticas públicas “têm se mostrado ineficazes”. De acordo com os especialistas, têm sido adotadas sanções muito rígidas, menos garantias processuais e há casos de adolescentes que são julgados como se fossem adultos em meio a suspeitas de infrações. De acordo com a comissão, os países que pertencem à OEA “têm a obrigação de proteger e assegurar o exercício dos direitos humanos”.

“Os governos autoritários e ditaduras militares que atuaram no hemisfério durante as últimas décadas, a despeito das obrigações internacionais de respeitar os direitos humanos, deixaram como legado um ciclo permanente de violência”, diz um trecho do documento. “Com esse panorama, a comissão observa que os Estados vão ter sérias dificuldades de encontrar soluções eficazes para esses problemas”, informa outro parágrafo do documento.

Eventos LASSOS

Palestra da Profa. Vera Telles aborda as ilicitudes e as periferias urbanas

Prof. Eduardo Paes-Machado e Profa. Vera Telles

A palestra da  Profa. Vera Silva Telles, na manhã desta segunda-feira (3 de maio) forneceu à plateia interessada uma série de pistas de como pensar as relações entre as ilicitudes e o mundo regulado pela lei nas periferias de São Paulo. Foi uma excelente oportunidade para os alunos da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA entrarem em contato com um trabalho etnográfico desenvolvido no sentido de uma teorização numa das áreas ainda consideradas limites dentro das Ciências Sociais.

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Ana Márcia – a mais nova doutora a integrar a equipe LASSOS

Ana Márcia Duarte Nascimento é mais nova doutora a integrar a equipe de pesquisadores do LASSOS. A defesa exitosa de sua tese acerca da vitimização e estratégias de defesas empreendidas por taxistas em Salvador lhe renderam o título de doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, na última sexta 30 de abril.

Ana Márcia após a defesa com seus familiares